Taí a estátua de Smetana, rodeada pelas inconvenientes mesas de um café vizinho ao museu.
Não cumpri minha promessa ipsis litteris porque simplesmente me esqueci de salvar uma gravação de O Moldava no meu laptop (e não tive tempo de ficar conectando no eMule), porém - por mais que Dvořák seja meu compositor tcheco favorito - é impossível não circular pela cidade sem recordar o tempo todo do poema sinfônico. Essa obra é a que mais simboliza Praga.
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No interior do museu, que é pequeno mas não tem o aspecto velho do de Dvořák. O piano em primeiro plano à direita pertenceu a Smetana.
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